Valores

Crianças extremamente boas, como você evita que sejam abusadas?


O temperamento é marcado pelos genes desde o momento em que nascemos. Assim, crianças desde muito cedo podem ter tendência a ficar nervosas, inquietas, irritáveis, arisco, etc.

É possível que nosso filho seja obediente, calmo, quieto, ordeiro, responsável, protetor, ... Essa maneira de se comportar de maneira tão perfeita pode defini-lo como um criança extremamente boa, mas é possível que esse comportamento faça com que outras pessoas abusem dela?

Estas são crianças extremamente boas:

- Está disposto a atender as necessidades dos outros antes das suas, conseguindo fazer coisas que não quer para agradar e ser visto pelos outros.

- Procuram fazer tudo de forma independente para que os outros sejam felizes e não tenham que ajudá-los.

- Eles não mostram emoções agressivas. Não fique com raiva, não fique com raiva.

- Eles tendem a interagir pouco com outras crianças e sempre obedecem aos adultos.

- Eles se entregam aos outros, se deixam levar e não sabem se defender.

A maioria dos pais acredita que ter um filho tão bom é o ideal. No entanto, esse tipo de criança que passa despercebida, que não incomoda e, portanto, é dócil e obediente, deve ser objeto de preocupação para os adultos. Embora o comportamento dessas crianças possa ser confortável para sua educação, os mais pequenos terão dificuldades.

E é que esse tipo de comportamento submisso e amável que o torna "extremamente bom" aos olhos dos outros significa que muitas vezes a criança não recebe a atenção de que precisa e pode torná-lo alvo de valentões. Para que essas crianças "boas demais" não se deixem dominar e não abusem delas, os pais devem tentar resolver alguns aspectos da educação que exercem sobre os filhos:

- Comunicação. Os pais precisam conversar com seus filhos com frequência, ouvi-los sem julgá-los ou minimizar seus problemas. Assim, as crianças vão se sentir confiantes e pedir ajuda quando se depararem com uma possível situação de bullying.

- As regras e limites. É importante que os pais sempre procurem estabelecer um tipo de normas e limites adequados à idade da criança. Não deve haver uma disciplina de ferro ou submissa. Em equilíbrio está a chave.

- A autoestima da criança. Os pais devem fazer um esforço para que os pequenos não sejam considerados inferiores. Portanto, é necessário reforçar a autoestima dos filhos sempre que possível. Para isso, será fundamental melhorar a socialização com seus pares, buscando um ambiente em que se sintam mais seguros e compreendidos.

- Autonomia. Você tem que deixá-lo fazer as coisas que ele pode fazer sozinho. Os pais devem estabelecer metas adequadas à sua idade e habilidades para que ele mesmo possa superá-las. Isso lançará as bases para que ele seja capaz de pensar por si mesmo e no futuro tenha as ferramentas para ser capaz de resistir à pressão do grupo.

- Que saibam identificar comportamentos inadequados. Quando comentários e ações abusivas e inapropriadas são dados, ser “tão boazinhas” crianças pode parecer bobo e ignorá-los quando na verdade podem ser sinais de possível bullying.

- Ensine-os a dizer NÃO. Os agressores se sentem confiantes de que suas vítimas nunca os contradirão. Portanto, é bom que essas crianças aprendam desde muito cedo a enfrentar situações de que não gostam, sabendo dizer NÃO em alto e bom som.

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