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Comida apimentada e gravidez: sim ou não?


Durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre, as mulheres passam por um momento em que os alimentos que antes eram seus favoritos podem passar a odiá-las e vice-versa. Esse fato se enquadra na normalidade da gravidez, principalmente quando as náuseas e os vômitos são intensos.

É possível que entre seus pratos favoritos esteja o comida picante e você está se perguntando se é possível tomá-lo durante a gravidez.

Na medida das possibilidades da mulher, é aconselhável continuar com a dieta que fazia antes da gravidez, desde que saudável, variada e balanceada. Se a dieta anterior não foi totalmente aceitável, podem ser feitas modificações na ingestão de carboidratos. como?

- Escolher aqueles que vêm de grãos inteiros e não refinados

- Adicionando proteínas.

- Escolher aqueles de maior valor biológico, como carnes magras e ovos.

- Apresentando combinações de alimentos como legumes e cereais e gorduras.

- Seleção de alimentos com alto teor de ácidos graxos essenciais, como peixes, nozes ou sementes.

Além disso, é aconselhável que as mulheres mantenham o consumo frequente de frutas e vegetais, que, graças ao seu conteúdo vitamínico e mineral, irão repor os depósitos da mãe e formar os do bebê em crescimento. Além disso, seu conteúdo de fibra os torna ideais durante a gravidez para evitar problemas derivados do trato gastrointestinal.

Porém, o que a mulher não deve variar é o tipo de alimento que ingere. Se sua dieta pré-gravidez incluía guisados, guisados ​​e saladas, é conveniente continuar a consumi-los, mas o que acontece quando a dieta anterior inclui alimentos picantes? A gestante pode continuar a consumi-los?

O homem é um animal de hábitos e o corpo humano não o é menos. Cada organismo está habituado e adaptado à dieta que consome, sendo perfeitamente saudável para a grávida consumir alimentos condimentados se o fizer regularmente antes da gravidez.

A comida indiana ou mexicana, por exemplo, tem em comum seu conteúdo em essências picantes, seja caril ou pimenta. Esse tipo de alimento estimula o funcionamento do trânsito intestinal, principalmente quando não é consumido com frequência, podendo desencadear pequenas contrações principalmente quando se aproxima o momento do parto.

No entanto, quando o consumo é frequente, nenhum estímulo é observado, estando perfeitamente seguro. Por outro lado, de acordo com alguns estudos, esses ingredientes contêm e liberam capsaicinas, cuja liberação no corpo se suspeita ser paralela à liberação de endorfinas. Endorfinas são relaxantes naturais e têm um efeito extremamente benéfico para as mulheres, mesmo na hora do parto, facilitando sua progressão natural.

Alimentos apimentados não representam nenhum risco para a mãe ou para o bebê, desde que o corpo esteja acostumado a seu consumo, sendo seguro consumir durante toda a gravidez.

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