Valores

Relação entre a dieta da gestante e as alergias do bebê


Atualmente, assim como nos últimos 50 anos, as investigações sobre o crescimento das alergias alimentares em bebês e crianças são muito numerosas. A realidade é que essas alergias são extremamente perigosas, tornando-se um sério problema de saúde pública nos países desenvolvidos, principalmente as alergias às proteínas do leite e às nozes.

Essa alergia pode surgir no útero como uma reação ao que a mãe come? Esclarecemos qual a relação entre a dieta da gestante e as alergias no bebê

Durante anos, recomendações durante a gravidez incluíam uma proibição estrita do consumo de nozes, com a ideia de prevenir o desenvolvimento dessa alergia no bebê em crescimento. Alguns estudos apoiaram essa proibição, alegando que a exposição precoce ao antígeno ou alérgeno, tanto no útero materno quanto através do leite durante a amamentação, aumenta a possibilidade de desenvolver alergia a nozes.

Adicional, o consumo de outros alimentos como soja e seus derivados era limitado, capaz de produzir sensibilização cruzada. Algumas frações protéicas da soja são homólogas às proteínas das nozes que causam reações alérgicas, ou seja, as proteínas da soja podem ser erroneamente identificadas como proteínas das nozes também no corpo e desenvolver o mesmo tipo de reação.

Este conceito, conhecido como a sensibilização in utero é baseada no contato do bebê com todos os tipos de substâncias da dieta da mãe através do líquido amniótico, incluindo as proteínas que causam reações alérgicas.

Da mesma forma, essas proteínas também podem ser encontradas no leite materno, sendo capazes de produzir a sensibilização que causa a alergia. Sin embargo, en la actualidad, estudios más recientes han revelado que la lactancia materna en sí misma no parece ser un factor de riesgo para el desarrollo de esta alergia, sino que, en la mayoría de las ocasiones, puede actuar ejerciendo un efecto protector, pelo que A possível sensibilização in utero também tem sido questionada, gerando grande polêmica.

A alimentação da mãe durante a gravidez possivelmente desempenha um papel apreciável em relação ao aparecimento de alergias em seus filhos.

Porém, essa relevância se limita aos casos em que há predisposição ao aparecimento de alergias por herança genética (história de alergia, atopia ou asma, tanto do lado materno quanto paterno).

Essas crianças têm alta probabilidade de desenvolver alergias ao longo da vida, portanto a dieta da mãe só influencia essa sensibilização para se desenvolver mais cedo ou mais tarde, sem exercer uma ação protetora.

Nestes casos, para adiar a sensibilização, pode-se considerar Recomenda-se que a mãe limite o consumo de alérgenos relevantes, como nozes, soja, peixe ou marisco.

Você pode ler mais artigos semelhantes a Relação entre a dieta da gestante e as alergias do bebê, na categoria Dieta - cardápios no local.


Vídeo: 08 Coisas para EVITAR na Gravidez a todo custo. Cuidados na Gravidez (Dezembro 2021).