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9 coisas que uma mulher deve evitar durante a gravidez


Algumas coisas que podem ser prejudiciais para a mãe e o feto durante a gravidez

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Comer carne crua ou mal passada, ou salsichas, não é recomendado durante a gravidez. Cuidado com a toxoplasmose, infecção semelhante ao resfriado comum, que pode causar malformações no feto e aborto espontâneo nos primeiros meses de gravidez. A melhor maneira de prevenir a infecção por esse parasita é evitar comer carnes cruas ou mal passadas, como frios, bem como leite de cabra cru, vegetais ou frutas que não sejam cuidadosamente limpos. O contato com fezes de gato também deve ser evitado.

Estar grávida não deve ser um impedimento para viajar. Só é contra-indicado durante a gravidez se a mulher tiver algum problema de saúde que possa colocar em risco a sua saúde e a do bebê.

O melhor período para viajar durante a gravidez é entre 18 e 24 semanas. Nos primeiros meses, quando o feto está em fase de formação, e dependendo do tipo de viagem e transporte, a mulher pode sofrer riscos de infecções e contágio, além de náuseas e vômitos. Nos últimos meses de gravidez, pode aumentar o risco de parto prematuro.

O uso de produtos de limpeza e outras toxinas durante a gravidez não afeta ou afeta diretamente o desenvolvimento da gravidez ou a saúde do feto. Porém, existem substâncias como inseticidas, amônia ou alvejante e agrotóxicos, ou mesmo produtos que emitem gases, com os quais a mulher deve ter muito cuidado.

Deve ser usado sempre com luvas, máscara e sempre que possível em ambientes bem ventilados. Repelentes, por exemplo, devem ser usados ​​a partir de quando você tiver a autorização médica.

Enviar para raios-X é contra-indicado para mulheres durante a gravidez, especialmente no abdômen ou na pelve. Antes de fazer o raio-X, a gestante deve informar ao profissional de saúde sua condição para que durante o raio-X seja aplicada dose e tempo de radiação menores.

Alguns estudos revelam que os exames radiográficos em gestantes não são prejudiciais, mas devem ser evitadas altas doses de radiação ou que são realizados diretamente no útero materno.

Existem medicamentos que são permitidos e outros totalmente proibidos durante a gravidez, pois podem representar riscos para o bebê que a mulher está grávida. Tanto o paracetamol quanto os antiinflamatórios, como o ibuprofeno ou naproxeno, são seguros, embora seja aconselhável consumi-los apenas nos dois primeiros trimestres da gravidez.

Os demais medicamentos são totalmente contra-indicados e só devem ser consumidos com autorização do médico, para evitar que seus efeitos não interfiram na saúde do seu bebê.

Em geral, não há motivos para uma mulher não se exercitar ou praticar exercícios físicos durante a gravidez. Além disso, a prática de exercícios físicos é recomendada durante a gravidez, uma vez que não representam riscos à saúde da mulher. A atividade física ajuda a mulher a ficar em forma, para facilitar o trabalho de parto e aliviar possíveis desconfortos, como dores lombares.

Andar de bicicleta, pular, levantar pesos, praticar corrida ou outros exercícios de alto impacto não são recomendados durante a gravidez, mas somente quando determinado pelo médico.

O consumo de café, chá ou bebidas que contenham cafeína durante a gravidez só é recomendado em quantidades que não excedam a 300 mg por dia, ou seja, 4 xícaras de café solúvel ou três de café preto, e é contra-indicado para mulheres que tenham náuseas, azia ou vômitos.

Está provado que cafeína, ingerido em grandes quantidades, pode não só perturbar o estômago da mulher, mas também cruzar facilmente a barreira placentária, e influenciar no crescimento e desenvolvimento das células do feto, podendo alterar seu oxigênio, o fluxo de seu sangue, ou que seja nascido com alguma anormalidade.

A pesquisa alerta que o consumo de bebidas alcoólicas durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento físico e mental dos bebês. O álcool entra no sangue do feto através da corrente sanguínea da mãe.

O álcool pode causar baixo peso ao nascer do bebê, deficiências mentais, deformidades, aborto espontâneo, parto prematuro, entre outros. O ideal é evitar o álcool antes, durante e depois da gravidez (amamentação), pois o risco mínimo é desconhecido, para evitar a síndrome do álcool fetal.

O tabaco, assim como as drogas, é prejudicial tanto para a gestante quanto para o bebê. Seus componentes nocivos podem atingir o feto através da placenta.

Por esta razão Guiainfantil.com orienta a mulher a parar de fumar antes da gravidez, para evitar riscos associados ao aborto, sangramento vaginal, parto prematuro, descolamento prematuro da placenta, baixo peso ao nascer, entre outros. Também não é aconselhável que a mulher seja exposta ou frequente ambientes onde se fuma tabaco ou drogas.


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