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Por que você deve parar de ser mãe galinha pelo bem de seus filhos


Uma coisa é cuidar e proteger seus filhos e outra é se tornar uma mãe galinha. Você sabe o que é exatamente? Na verdade, é uma patologia que leva algumas mães a superproteger seus filhos. E não só quando são crianças. Mas ao longo de sua vida.

As galinhas incubam seus ovos até o pintinho chocar. Enquanto são jovens, os pintinhos seguem a galinha mãe para todos os lados. Mas crescendo ... cada um se torna independente e continua sua vida. Mas algumas mulheres não assumem esse papel, e continuam a 'exigir que os pintinhos sigam', como a mãe galinha ... E não é bom, claro. Explicamos porque você deve deixar de ser uma mãe galinha (se estiver) pelo bem de seus filhos.

As 'mães galinhas' são aqueles que amam muito seus filhos, mas superprotegem seus filhos por medo de que algo ruim possa acontecer a eles. É como se ele sempre os tivesse sob sua proteção, protegidos de fora. Por isso, não os deixa enfrentar desafios, obstáculos e interagir livremente com seu ambiente.

As principais características dessas mães são:

- Eles monitoram constantemente seus filhos. O que eles fazem, com quem eles brincam ...

- Eles monitoram as amizades de seus filhos e até mesmo intervêm nelas.

- Eles não deixam o filho sozinho, nem fazem nada sem ajuda dele mesmo.

- Eles terminam todo o trabalho de seus filhos para evitar problemas.

- Criar nos filhos uma relação de dependência com eles. Quando ficam mais velhos, seus filhos continuam apegados a eles e isso torna difícil para eles interagirem com outras pessoas.

- Eles acham que seus filhos são frágeis. Mas não apenas quando são pequenos (todos os bebês são frágeis), mas continuam a acreditar nisso à medida que crescem. Por isso, entre suas frases mais repetidas, estão as de advertência diante de um perigo: 'Não pule que você vai cair', 'Não se aproxime que se queima', 'não vá na excursão que algo pode acontecer com você ... '.

- Crie em seus filhos um sentimento de culpa para mantê-los sob controle. Ao fazer seus filhos se sentirem culpados por fazerem algo por si mesmos, você sempre pode mantê-los sob controle.

- Usam chantagem emocional para ter os filhos sempre por perto. São as mães típicas que, ao se depararem com uma tentativa de independência dos filhos (já crescidos), dizem o típico: 'mas como você me deixa em paz ... como você faz isso comigo, que eu dei você tudo'. Ou: 'onde você vai ser melhor do que aqui com sua mãe?'

Ao privar as crianças de enfrentar o mundo exterior, cheio de desafios e possíveis perigos para elas, a 'mãe galinha' não faz bem aos filhos. O contrário: você está causando a eles todos esses problemas com sua atitude:

1. Baixa tolerância à frustração:Ele não será capaz de tolerar a frustração porque eles nunca o deixaram enfrentá-la.

2. Falta de habilidades sociais: seu filho não será capaz de se relacionar com os outros. Porque ele nunca fez isso quando criança, no estágio de aprendizado de relações sociais.

3. Cheio de medos: Será com medo, com medo. Normal, porque a 'mãe galinha' nada mais fez do que alertar o filho desde pequeno sobre a quantidade de perigos que o aguardam.

4. Falta de autonomia: Ele não será autônomo e terá problemas quando se tornar independente

5. Seus objetivos não são claros: Quando eram pequenas, faziam tudo, então quando crescerem, essas crianças terão dificuldade em escolher entre várias opções. Acima de tudo, porque seus objetivos não serão claros.

6. Adolescência conflituosa. Os especialistas falam desse relacionamento como um relacionamento "tempestuoso". Muitas dessas crianças "mães e galinhas" tentam "sair de casa" durante a adolescência. Eles constantemente os impedem de 'voar', criando assim um relacionamento bastante tempestuoso.

7. Jovens e adultos problemáticos. Os filhos da 'mãe galinha' acabam ou muito passivos porque se deixam dominar, ou terrivelmente rebeldes por desafiarem constantemente as imposições da mãe. Em ambos os casos, eles encontrarão vários problemas quando crescerem.

Com certeza, seria melhor encontrar um meio-termo: proteger, sim, mas sem superproteger. Para orientar sim, mas sem esquecer de deixar certa independência para que a criança possa escolher, errar, cair e se levantar ...

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