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8 estratégias para agir diante de uma birra infantil


Lidar com uma birra infantil não é fácil. São momentos complicados em que é importante saber agir perante as crianças e ter os argumentos necessários para evitar dois erros comuns: exagerar ou não fazer nada.

A birra geralmente atinge seu pico por volta dos 2 anos de idade. É a maneira da criança administrar suas emoções. Dessa forma, ele canaliza sua raiva, raiva ou frustração.

É fácil detectar um acesso de raiva: a criança cai no chão, grita, chuta, se bate ou o que encontra ao seu redor, fica pendurado nas nossas pernas ou pode até bater e insultar.

- Antecipe: Os pais podem detectar aqueles sinais que indicam que uma birra vai ser deflagrada e podemos evitá-los, por exemplo, não passando na frente da loja de brinquedos ou do parque se não pudermos ir ou saindo do shopping por um tempo em que não estamos com as crianças.

- Seja mais flexível: Às vezes, os pais recorrem demais ao "não" e estabelecem muitas regras e limites que frustram os filhos e os levam a ter acessos de raiva. Antes de negar tantas coisas, é importante pensar se estamos sendo autoritários.

- Não discuta com a criança: Nos momentos de grande birra em que não escuta e apenas grita, é preferível ficar impassível e firme, não mostrar à criança que estamos desesperados ou nervosos. Não preste muita atenção ao que está acontecendo e espere que ele se acalme, mesmo que ele esteja na rua e seja alvo de olhares de reprovação.

- Mantenha a calma: Mesmo que a criança grite, não aumente o tom de voz nem fique nervoso. A paciência é nossa grande aliada nesses casos. Se a situação permitir e a criança ouvir, podemos pegá-la pelos ombros, tentar fazer com que nos olhem nos olhos e expliquem com calma, por exemplo, porque temos que ir para casa e não podemos continuar brincando no parque.

- Previna lesões: Se a criança é agressiva, tenta fazer mal a si mesma ou a outrem, devemos tomá-la nos braços e manter a calma. Não vamos sacudi-lo ou gritar com ele, vamos apenas segurá-lo até que se acalme.

- Oferecer alternativas: caso a raiva aumente, é conveniente oferecer-lhe outra atividade de que goste, antes que rebente o grande acesso de raiva. Por exemplo, se ele não pode continuar brincando no parque, ele pode brincar em casa porque você vai tirar suas pinturas favoritas e ele poderá fazer um grande desenho.

- Diálogo com a criança: Quando a birra passar, poderemos conversar com ele e explicar por que você tomou essa decisão, o que ele fez de errado e por que ele não deveria se comportar assim.

- Não dê importância à birra na frente da criança: Se falarmos na frente de outras pessoas ou da mesma criança constantemente sobre a birra que ela organizou ou a birra que ele armou em algum lugar, estaremos dando a ela a oportunidade de saber o quanto esse comportamento nos afeta. Você saberá que tememos esse momento e que você pode fazê-lo novamente. É conveniente evitar frases do tipo: ver se hoje você não monta um número ou não sabe o que a criança bagunçou ontem no supermercado.

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