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Bebês com insônia dormem com os pais


Cinquenta e um por cento dos bebês que têm dificuldade para adormecer, que acordam várias vezes à noite e, quando têm dificuldade para retomar o sono, acabam dormindo na cama ou nos braços dos pais. É o que revela um novo estudo sobre a qualidade do sono em bebês de 6 a 15 meses.

A investigação, realizada pelo Seção de Neurofisiologia do Hospital Virgen de la Luz em Cuenca, A Espanha, que contou com a participação de 200 famílias com crianças entre 6 e 15 meses, mostra que mais da metade dos bebês que sofrem de insônia dormem na cama (co-leito) ou nos braços dos pais, a prática não altamente recomendada ou considerada apropriada por muitas famílias.

Não é importante apenas que os bebês durmam no próprio berço, mas também que sempre se sintam identificados com os mesmos elementos na hora de dormir (horário, música, massagem, etc.). Recomenda-se que os pais procurem, desde cedo, transmitir hábitos de sono saudáveis ​​ao bebê.

Que o seu quarto seja tão silencioso, que mantenha uma temperatura adequada, e que o ambiente e um berço aconchegante possam lhe proporcionar sensações de paz, tranquilidade e segurança. Também é importante que o bebê sempre durma ao mesmo tempo.

O estudo também revela que apenas 58,8% das crianças de 15 meses começam a dormir sozinhas. Presume-se que nessa idade os sintomas de insônia diminuem nas crianças. Aqueles que são contra crianças dormindo nos braços ou na cama dos pais, argumentam que dormir no lugar errado, ou seja, onde não é o berço, faz mal ao bebê.

O estudo diz que 55,3% das crianças que acordam mais de duas vezes por noite é porque dormem com os pais ou nos braços.

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